sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Marcus Nogueira é homenageado pela ASSEMG

Marcus Nogueira é homenageado pela ASSEMG

O conterrâneo Marcus Nogueira é filho da juizforana Maria do Carmo e do guidovalense Mário Nogueira, irmão do Sô Ita. Os mais antigos, assim como eu, se lembram do Mário. Tinha o apelido de “governo”. Foi ele quem levou o grande craque Eloir Máximo para jogar no Sport de Juiz de Fora.

O Marcus é o Diretor-Presidente da “Mano Consulting”, conceituada empresa organizada para atuar com excelência e reconhecido “Know-How” na prestação de serviços especializados de:
- Auditoria de projetos, obras, contratações de serviços e fornecimentos;
- Gerenciamento de projetos e obras;
- Consultoria Tributária e Trabalhista;
- Gestão de Processos Internos.

No dia 13/08/2014, o Marcus foi agraciado com a Medalha Bernardo Mascarenhas “Construtores do Desenvolvimento” oferecida pela Associação dos Economistas de Minas Gerais durante VIII Prêmio Minas Gerais de Desenvolvimento Econômico ASSEMG / MERCADOCOMUM.
A solenidade aconteceu no Automóvel Clube de Minas Gerais, na mesma data que também se comemora o Dia do Economista.

A Revista “Mercado Comum” é uma publicação nacional de Economia, Finanças e Negócios. Na Edição de Setembro/2014, à página 54, trouxe a reportagem que transcrevo abaixo:

“Engenheiro formado pela Fundação Oswaldo Aranha, Marcus Nogueira é Diretor-Presidente da Mano Consulting, com sede em Belo Horizonte e filiais em Porto Velho e São Paulo.

A empresa presta serviços de administração de contratos, gerenciamento e auditoria de projetos e obras, desenvolvimento e elaboração de editais de concorrências, documentos de contratação e análise de negócios. Na cartela de clientes, ilustram nomes como Petrobras, Mannesmann, Unimed, Fiat, Usiminas, Ale e Toshiba.

Antes de fundar a própria empresa, Nogueira trabalhou na Mendes Júnior Engenharia S.A, Contrap e na Companhia Siderúrgica Nacional, além de ter sido diretor da ADCE (Associação de Dirigentes Cristãos de Empresa).

Com frequência, o engenheiro é convidado para ministrar palestras em eventos empresariais de nível nacional e internacional com ênfase em Gestão de Contratos, Auditoria de Obras e Fraudes em Projetos e Obras.

Natural da cidade mineira de Guidoval, Nogueira tem duas filhas e é avô de Lucca, nascido em junho deste ano.”

É mais um filho da nossa Guidoval brilhando por este mundão afora. Parabéns Marcus pela merecida honraria.

"Guidovalense não parte. Reparte! Uma parte, fica. Outra parte, parte!"

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Um soco na onipotência por Roberto Damatta



Um soco na onipotência
escrito por Roberto Damatta (*)

Todo mundo deve saber que a onipotência é o poder infinito e esmagador de um deus ou de uma figura dotada de capacidades titânicas para o bem ou para o mal.
No Brasil, os onipotentes que chegam ao poder são idolatrados, porque nossa cultura tem como base e modelo a gradação e a hierarquia e ambas têm uma extraordinária afinidade com o puxa-saquismo, com a bajulação, com a hipocrisia e com o bater em cavalo morto. É fácil torcer para o Brasil quando ele é pentacampeão e é mais fácil ainda negá-lo mil vezes, como fez São Pedro com Cristo, quando o Brasil perde de 7 a 1 para a Alemanha. Essa Alemanha que voltou a ocupar o lugar de superior em tudo - disciplina, coerência, treinamento e - quem sabe - a velha pureza racial que nós ainda lamentamos em certas situações.
O passado não discutido com sinceridade volta. Ele é apenas eclipsado.

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Começo essa crônica numa bela manhã e domingo e estou irremediavelmente dividido. Um lado meu gostaria que o PT perdesse - que fosse, para ser arriscadamente franco e para entrar em mais algumas listas negras, defenestrado do poder (mas, note bem, jamais da política brasileira). Um outro, porém, está convencido que Aécio achou o seu papel e o seu tom e vai ganhar num segundo turno. Como essa coluna sai na quarta-feira e o segundo turno vai ocorrer no dia 26, estou sendo moído pela angústia. Angústia que hoje faz parte do meu modo de ser. Não saber o futuro e aceitar o sofrimento é um modo de admitir a minha fragilidade diante da vida. Eu aprendi esse segredo. Por isso, não fujo da minha angústia, mas deixo que ela se manifeste e a recebo no meu coração. Procuro saber o que quer e, quando é possível, tomo um Joãozinho Caminhador com ela o que nos envolve na felicidade dos apaziguados. Dos que têm consciência de que, na vida, é preciso ter a noção do suficiente para sermos relativamente menos infelizes.
Sempre soube que não sabia, mas hoje tenho a mais absoluta certeza disso. Mas o não saber não me eximiu de ter declarado meu voto e ter sido admoestado por algumas pessoas que, muito mais sábias, me alertavam do risco que corria.

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Pois bem. Aécio Neves, com sua tranquilidade batalhou, enfrentou e virou o jogo. Foi o único que, no famoso debate da Globo, falou que todos os candidatos a presidente e, por implicação, a qualquer cargo eletivo - cargos que implicam não em grana e poder, mas em servir ao Brasil - se somavam. Todos os presidenciáveis, disse ele, continuavam projetos e planos que foram inventados e instituídos por seus antecessores. O único partido que negou isso foi o PT, que realizou sistematicamente o discurso Lulista do "nunca antes neste país" - exceto com ele e com o PT e que, no governo Dilma, usa o onipotente "nós" como a chave em todos os seus confusos discursos. O lulo-petismo está convencido (como ocorre com todo radical) que o Brasil e o mundo começam com eles. Aécio foi o único que falou numa continuidade de projetos como os de distribuição de renda que, em vez de separar, juntam posições do PT com os do governo de PSDB.

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Estou seguro de que esta eleição será, com Aécio, a da descoberta da soma e da continuidade. O Brasil, amigos, é muito maior que nós. Ele é um palco que não escolhemos para atuar e viver. A língua que falamos e os lugares onde nascemos e adquirimos consciência de nós mesmos e do mundo não foram inventados por nós. Do mesmo modo e pela mesma lógica de uma implacável finitude que desmancha onipotências, um dia sairemos do Brasil por mais que tenhamos achado que fazíamos todas as diferenças. Alguém se lembra do ministro da saúde do governo Rodrigues Alves? Aliás, leitor culto e educado, você sabe quem foi Rodrigues Alves?

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Um mundo em rede exalta individualidades, mas tem um lado oculto. Ele nos obriga a ver como estamos presos uns aos outros e como o discurso orgulhoso e valente do grande, mas iludido século 19 tem que ser modificado. Não basta ser contra banqueiros ou contra o nosso sistema produtivo, colocando-se no velho modelo dos revolucionários. É preciso saber como a rede nos afeta quando um pedaço dela se modifica. Estar enredado não significa estar enjaulado, mas se conhecer como uma parte menor, embora significativa, de um país e de um planeta. Um todo que segue somente em parte planificado porque o inesperado existe e faz parte - como prova essa eleição - da vida e do cosmos.

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Acabo de saber que vai haver um segundo turno e que o Aécio lá chegou. Minha angústia diminui de um lado, mas aumentou do outro.

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Cabe finalizar que, com essas eleições, iremos controlar os personalismos lulistas de índole malandra e neofascista. Todos os resultados pedem mais honestidade e seriedade com o governo da coisa pública. Tenho a esperança de liquidar com esses donos espúrios de um Brasil que é de todos nós. Esse é o pleito que nocauteou a onipotência e, com ela, a demagogia, a roubalheira, o aparelhamento do estado pelo governo, a corrupção deslavada, os dois pesos duas medidas no plano jurídico e econômico e, por último, mas não por fim, a autoridade absoluta de um partido cujo objetivo era muito mais o de trabalhar para um projeto de poder do que para o poder do Brasil.

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(*) Roberto Damatta
É um antropólogo, conferencista, consultor, colunista de jornal e produtor brasileiro de TV. Graduado e licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense (1959 e 1962), Roberto possui curso de especialização em antropologia social do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1960) bem como mestrado (Master in Arts) e doutorado (PhD) em 1969 e 1971 respectivamente pela Universidade Harvard.
Foi chefe do departamento de Antropologia do Museu Nacional e o coordenador do seu programa de pós-graduação em Antropologia Social (de 1972 a 1976). É professor emérito da Universidade norte-americana de Notre Dame, onde ocupou a cátedra Rev. Edmund Joyce, c.s.c., de Antropologia de 1987 a 2013.
Atualmente, é professor titular da PUC-RJ.
Em 2001, recebeu a Ordem do Mérito do Rio Branco no grau de Comendador.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Lucas de Freitas Vieira – 70 anos

Lucas de Freitas Vieira – 70 anos

As primeiras lembranças que guardo do Lucas de Freitas Vieira remontam à minha infância. Ele jogando, de meia-armador, no melhor juvenil do Cruzeiro de Guidoval. Brilhava junto com Eloir Máximo, Oscar Matos, Zé da Conceição, Zé Maria Matos, Luiz Pinheiro, Chiquinho Matos, Luiz Antônio e Dilermando Ribeiral, Celinho Albino, Cidinho Vieira, Zé Américo e Vianelo Silva no gol.
Nos fundos do quintal da casa dos seus saudosos pais, Alzira de Freitas e Pedro Vieira, tinha campinho de futebol. Nele batíamos peladas com o Mateus (seu irmão), Nélio Maciel Queiroga, Ângelo (do Casin) Pinto de Aguiar, Francisco e Luiz (Onça) Matias, Adauto Ribeiral, Luiz Fernando Albino, Roberto e Ronaldo Vieira. Tinha até um time de meninos e quem tomava conta era o Jaburu, um agregado à Família do Cid Vieira.
Após terminar o ginasial no “Guido Marlière”, Lucas foi estudar no Curso Técnico Universitário (CTU) da Universidade Federal de Juiz de Fora. Isto serviu de estímulo, referência e abriu o caminho para muitos jovens guidovalenses optarem por fazer o curso técnico. Eu sou dessa geração que seguiu este caminho.
Depois de formado, Lucas ingressou na Eletropaulo, indo trabalhar na cidade de São José dos Campos. Nesta progressista cidade do estado de São Paulo formou uma bela família com a paixão de sua adolescência Maria das Graças Araújo (filha da Professora Célia Teixeira e do saudoso fazendeiro Levindo Albino). Desta união nasceram Débora, Fernanda e Camila, que agora frutificam-se em netos: Moacir, João Pedro, Davi e Lucas. E que seja bem-vinda a Maria.
Em São José dos Campos angariou amigos e prestígio, tornando-se cidadão Joseense e Diretor, Conselheiro e Presidente do Clube Luso-Brasileiro.
Através da sua influência abriram-se as portas da empresa Eletropaulo para vários conterrâneos que fizeram e fazem carreira profissional. Abrigou em sua residência muitos guidovalenses para dar continuidade aos estudos e até começarem a trabalhar.
É apaixonado por Guidoval e participa de todas as campanhas e movimentos em prol da nossa cidade. Sempre presente nas festas da cidade, acompanha com fervor as procissões da Padroeira Santana e faz questão de ajudar a erguer o Mastro com a imagem da nossa Gloriosa Padroeira. É por isto que digo e repito:

"Guidovalense não parte. Reparte! Uma parte, fica. Outra parte, parte!"

Sou, com freqüência, presenteado pelo Lucas. Às vezes um CD/DVD com músicas de serenatas da cidade de Conservatória-RJ, ou então um bom vinho para aquecer a prosa e amizade, ou um livro ou uma revista para eu me informar e atualizar-me.
Eu, e minha família, temos admiração pelo casal Lucas e Graça, que nos retribui com generosidade fraterna a nossa sincera consideração.
Hoje, 06 de outubro, Lucas completa 70 anos de vida.  Desejamos-lhe muitas felicidades, saúde e paz. Que os seus sonhos e desejos se realizem. Que DEUS e Nossa Senhora protejam e iluminem a toda a sua Família.

Abraços,
Lourdes, Thaís e Dé






quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Zizinho do Marcílio e Pimenta da Veiga



Zizinho do Marcílio e Pimenta da Veiga

No dia 19 de maio de 1990, meu saudoso pai, Zizinho do Marcílio, participou do último evento político de sua vida. Recebeu, como Prefeito de Guidoval, o Dr. Pimenta da Veiga candidato em campanha para Governador de Minas Gerais.

No dia 06 de julho, quarenta nove dias depois, meu pai faleceu. Não resistiu a uma infecção hospitalar após uma cirurgia delicada para retirada do esôfago.  Não viveu para assistir a derrota de Pimenta da Veiga para o Hélio Garcia.

Pimenta da Veiga fazia uma grande administração pública como Prefeito de Belo Horizonte, mas cometeu um erro político ao deixar a prefeitura para candidatar-se a governador com apenas 1 ano e três meses de mandato. Isto pesou, negativamente, na sua campanha.

Pimenta da Veiga foi Prefeito de Belo Horizonte, Deputado Federal por quatro mandatos e Ministro das Comunicações no governo de FHC.

É um político íntegro e honrado. Merece e terá o meu voto. A minha mãe, Maria Madalena Vieira (Dona Tita) pediu-me para colocar, no BloGuidoval, a foto de meu pai junto com o Pimenta da Veiga. Estou cumprindo o prometido à minha mãe.


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Mensagem de Apoio a Dirceu dos Santos Ribeiro

Mensagem de Apoio a Dirceu dos Santos Ribeiro

Estamos nos aproximando de novas eleições. Renovo a minha convicção de que temos que votar em candidatos da nossa região. Nestas eleições nós temos este candidato a Deputado Estadual. É o Dirceu Ribeiro. Nasceu em Guidoval. Ainda criança os seus pais, Professora Irailda Ribeiro dos Santos e Sr. Odete Arantes Ribeiro (Detinho), mudaram para Ubá. O menino cresceu brincando descalços pelas ruas da terra de Ary Barroso, tornou-se, na juventude, um destacado desportista defendendo o Aymorés, estudou, formou-se, casou-se formando uma bela família com a esposa Sônia Baião Ribeiro.
Ainda, muito jovem, começou a trabalhar no Cartório 1º Escrivão e Tabelião da Comarca de Ubá.  Depois, através de concurso passou a trabalhar no Cartório de Registro de Imóveis.
Convocado para atuar na política, elegeu-se prefeito de Ubá por duas vezes, exercendo o mandato nos períodos de (1993-1996 e 2005-2008), quando realizou importantes obras no município.
O meu saudoso pai Zizinho do Marcílio (José Vieira Neto) sempre que ia a Ubá passava no cartório do Dirceu para um cafezinho e uma boa prosa mineira. Eram amigos e a admiração era recíproca.
Há muito tempo que sou a favor do voto distrital. Chegou o momento de exercitar o Voto Distrital. Vou votar no Dirceu Ribeiro para Deputado Estadual. O seu número é 31.111. Tenho vários motivos. Era amigo do meu pai. É de Guidoval. Atua politicamente na nossa região. Tem disposição para trabalhar e possui boas ideias para implementar.  Sendo eleito será uma voz da nossa região na Assembléia Legislativa. E poderemos, no futuro, cobrar a sua atuação parlamentar.
A minha crença no Voto Distrital vem de longe. Em agosto de 2006 publiquei um artigo no Jornal de Guidoval com o título “Votar para Melhorar”. Nele eu pregava a necessidade do voto distrital para Deputados o e condenava estes políticos de última hora que aparecem no nosso município à cata de votos. São os gafanhotos da política.

Abaixo alguns trechos do artigo:

No Brasil existe todo tipo de político. Até honestos, mas estes são raros. Em 1993, Lula afirmou que tinham “300 picaretas no congresso”. Ano passado surgiram os MENSALEIROS e agora, recentemente, os SANGUESSSUGAS. São vampiros sangrando a nós, brasileiros.

Há poucos dias um senador disse que 90% dos congressistas levavam uma BEIRADA nas emendas apresentadas no orçamento. São estas “beiradas” que vão comendo um pedaço de asfalto aqui, um centro de hemodiálise acolá ou a merenda de uma creche mais adiante.

Estamos nos aproximando de mais uma eleição. Irão aparecer candidatos como formigas em pomar abandonado. Não faltarão tapinhas nas costas, sorrisos amarelos, promessas vãs. Em época de eleição, todos se vestem de santos e distribuem santinhos por todos os cantos e esquinas. São PÁRA-QUEDISTAS de todas as plagas. Parecem praga. E são.

Não troque seu valioso voto por um saco de cimento, um punhado de tijolos ou um par de botinas. Barganha com político, quase sempre, é prejuízo certo. São as “beiradas” que depois ficam faltando para construir escolas e hospitais, distribuir remédios e livros, aumentar salário mínimo e aposentadoria, investir em segurança e criação de novos empregos.
(...)
A lista de acusações e crimes cometidos por mais de 180 parlamentares vão desde apropriação indébita, compra de votos, corrupção ativa e passiva, passando por formação de quadrilha, desvio de dinheiro público, dólares na cueca, até extorsão, estelionato, peculato e prevaricação. É podridão para corar até o PCC.

O voto é a nossa arma de cidadania, não sejamos vítimas dela. A nossa escolha pode levar a nossa cidade, o país, a um futuro melhor. Mas pode também nos mandar ao brejo, areia movediça de muitos candidatos que apenas buscam imunidade parlamentar para ganhar dinheiro fácil e continuar praticando falcatruas.

Um candidato para receber o nosso voto deveria saber onde fica o FUNDÃO, o Vai-e-Volta, a Rua do Campo e Sacramento. Saber que a nossa Padroeira é a Gloriosa SANTANA e que o Agripino “não matou o coronel”.

Vamos votar em deputados que sejam da nossa região, comprometidos com Guidoval, para que possamos depois cobrar a sua atuação parlamentar.

Muitos candidatos pagam pessoas (políticos e líderes locais) para trabalharem por eles, cabalar e pedir votos. Não votem nesses candidatos. Eles estão comprando os votos deles com antecedência. Depois desaparecem por quatro anos só retornando às vésperas de novas eleições.

Não vamos votar em PICARETAS, MENSALEIROS, SANGUESSUGAS e PÁRA-QUEDISTAS. Não é a toa que já é voz corrente: “Voto não tem preço. Tem conseqüência”.

O artigo pode ser lido na íntegra no link abaixo:



sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Fotos do Festival Gastronômico de Guidoval - 2014
































Dr. Túlio Barbosa

Dr. Túlio Barbosa

A inteligência brasileira ficou mais pobre. No dia 30 de julho faleceu o Dr. Túlio Barbosa. Guidoval perde um filho ilustre (leia, mais abaixo, o Resumo Acadêmico / Profissional).
Era o segundo filho dos saudosos Antônio José Barbosa Neto e Geni Reis Barbosa.

Fez parte da primeira turma, em 1953, dos alunos do Ginásio Guido Marlière que se formaram na 4ª série em 1956 (http://www.devieira.com.br/guidoval.com/ginasi56.htm).

Depois foi estudar na Escola Agrícola Nilo Peçanha, hoje campus Nilo Peçanha – Pinheiral no estado do Rio de Janeiro. Após a conclusão do curso de agrotécnico foi para Viçosa formando-se engenheiro agrônomo em 1963 e mestrado em 1966. Depois partiu para os EUA onde obteve o PhD em Economia Rural em 1973.

Foi Professor e Pesquisador, Coordenador de curso de Pós-Graduação, Diretor-Executivo da Embrapa, Consultor do Banco Mundial.

Na minha infância, o Túlio, era uma das referências para  quem pretendia estudar e progredir na vida. O meu pai, Zizinho do Marcílio, admirava-o e o citava como exemplo.

No final da década de 50, escreveu o conto “Destinos” quando estudava na Escola Agrícola Nilo Peçanha em Pinheiral, obtendo o primeiro lugar sendo a comissão julgadora composta pelo Dr. José Farah, Dr. Euter Paniago e Dr. Walter C. Ribeiro.

Quando em 1982, a minha irmã Sueli e eu, coordenamos elaboração do livro “Saudade Sapeense”, o Sr. Antônio José Barbosa Neto, pai coruja com todo direito e razão, passou-se o premiado conto que pode ser lido a partir da página 37.

Em 1998 fiz o site sobre a cidade de Guidoval (www.guidoval.com). Recebi várias mensagens de incentivo. Dentre elas, uma do Túlio, ícone desde os meus tempos de criança, que transcrevo, a seguir, com orgulho:

Brasília, 03 de setembro de 1.998

Ildefonso,

Informado, quase que simultaneamente pelo Saca-Rolha e pela Rilma, corri a "navegar" - confesso que por horas - pelas páginas de nossa Guidoval, tão hábil e competentemente criadas por você.
Um belo trabalho, certamente, e, acima de tudo, uma rota de viagem de retorno à minha Macondo, à minha infância e à minha juventude.
Pelas suas páginas reencontrei pessoas queridas, muitas já falecidas, como o meu pai, quem, modestamente, ajudou a construir nossa Guidoval.
Você me fez recordar que meu pai - de cuja lembrança sempre associo a Casa Neto - como vereador apresentou e teve aprovados projetos de lei dando nomes de várias ruas de nossa cidade.
Percorri todas estas ruas em suas páginas. Reencontrei muitas pessoas (até mesmo na lista telefônica!) e lugares.
Sou-lhe, pois, muito grato por me haver propiciado uma viagem, essencialmente sentimental. Aceite também meus parabéns pela seriedade, escolha e profundidade dos tópicos.
Meus estímulos para que continue.

Um abraço do
Túlio Barbosa

# # # # #

À Família enlutada as minhas preces e sentimentos.
Ildefonso Dé Vieira



Resumo Acadêmico / Profissional
 (tirado do site da EMPRAPA)

Doutor em Economia Rural pela Purdue University, Indiana, Estados Unidos (1973); Mestre em Economia Rural pela Universidade Federal de Viçosa (1966); Especialista em Planejamento e Implementação de Projetos de Reforma Agrária (Colômbia, 1964); e Engenheiro Agrônomo, formado pela Universidade Federal de Viçosa (1963).

Ocupou, entre outros, os cargos de: Professor e Pesquisador da Universidade Federal de Viçosa (1965 a 1987);
Coordenador da Pós-Graduação do Departamento de Economia Rural da Universidade Federal de Viçosa;
Coordenador, na década de 70, do segmento de Monitoramento e Avaliação de Projetos de Desenvolvimento dos Pequenos Agricultores da Zona da Mata de Minas Gerais (PRODEMATA) e Projeto de Nutrição, no Estado de Sergipe, ambos financiados pelo Banco Mundial;
Presidente de Comitês de Orientação (professor orientador) de estudantes de Mestrado e Doutorado em Economia Rural em Recife, Pernambuco (1975 a 1976);
Líder do grupo responsável pela identificação e preparação de projetos a serem financiados pelo Banco Mundial (BIRD) e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA);
Assessoria da presidência do INCRA (1979 a 1987);
Chefe da Assessoria Técnica do Ministro da Reforma Agrária (1986 a 1987);
Pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária;
Diretor-Executivo da Embrapa (1987 a 1990);
Consultor de Longo Prazo e, a partir de 1997, Senior Operation Officer do Banco Mundial, escritórios de Recife e Brasília (1990 a 2003);
Chefe do escritório do BIRD em Recife, envolvido com projetos voltados ao combate e redução da pobreza rural no nordeste brasileiro (1992 a 2002).

Recebeu os seguintes prêmios e títulos:
- Award of Merit in Recognition of an Outstanding PhD thesis, Departamento de Economia Agrícola, Purdue University (1974);
- Spot Award for Excellent Portfolio Management Support in Recife Office, LCSES (2000);
- Brazil CMU Spot Awards, for Excellent work on Rural Poverty Alleviatin’ Projects (2002);
- Honor of Excellence in Supervision FY 99 (2000);
- Award in Appreciation of Service for Outstanding Contribution from David de Ferranti (1999);
- Performance Award, Africa Region, Zimbabwe Land Reform Project (2002).