quinta-feira, 10 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
Festival de Batidas de Guidoval
O primeiro Festival de Batidas de Guidoval aconteceu em 04 de novembro de 1976. Ontem, fez 35 anos.
Idealizado, organizado e realizado por Luciano Ferreira da Costa, contou com a colaboração de diversos conterrâneos, principalmente a da minha irmã Sueli Vieira Gomes que se orgulha em dizer que era membro da Comissão Executiva e Organizadora do Festival de Batidas de Guidoval.
Recebi, agora, e-mail da minha irmã lembrando deste evento que animava a nossa cidade e região.
Cada casa, ou quase cada casa, cada família da cidade, preparava uma batida para o festival. Tinha jurados e premiação.
A batida lá de casa nunca ganhou o festival, mas era a mais famosa: Zé Manga Rosa.
A receita dessa batida continha vinho, leite-moça, açúcar e pinga do Lairson Farinheiro. As proporções???
Mais não conto, mais não sei...
Parabéns Luciano, parabéns Sueli, pelos festivais de batidas!!!
Abaixo, algumas fotos do festival do arquivo pessoal do Luciano Ferreira de Costa.











Idealizado, organizado e realizado por Luciano Ferreira da Costa, contou com a colaboração de diversos conterrâneos, principalmente a da minha irmã Sueli Vieira Gomes que se orgulha em dizer que era membro da Comissão Executiva e Organizadora do Festival de Batidas de Guidoval.
Recebi, agora, e-mail da minha irmã lembrando deste evento que animava a nossa cidade e região.
Cada casa, ou quase cada casa, cada família da cidade, preparava uma batida para o festival. Tinha jurados e premiação.
A batida lá de casa nunca ganhou o festival, mas era a mais famosa: Zé Manga Rosa.
A receita dessa batida continha vinho, leite-moça, açúcar e pinga do Lairson Farinheiro. As proporções???
Mais não conto, mais não sei...
Parabéns Luciano, parabéns Sueli, pelos festivais de batidas!!!
Abaixo, algumas fotos do festival do arquivo pessoal do Luciano Ferreira de Costa.
Para ver as fotos aumentadas, clique sobre elas.











acima bilhete que recebi do Luciano
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Oração a São Judas Tadeu
São Judas Tadeu, apóstolo escolhido por Cristo,
eu vos saúdo e louvo pela fidelidade e amor
com que cumpristes vossa missão.
Chamado e enviado por Jesus,
sois uma das doze colunas que sustentam
a verdadeira Igreja, fundada por Cristo.
Inúmeras pessoas, imitando vosso exemplo
e auxiliadas por vossa oração,
encontram o caminho para o Pai,
abrem o coração aos irmãos
e descobrem forças para vencer o pecado
e superar todo o mal.
Quero imitar-vos, comprometendo- me
com Cristo e com sua Igreja,
por uma decidida conversão a Deus e ao próximo,
especialmente o mais pobre.
E, assim convertido, assumirei a missão de viver
e anunciar o Evangelho,
como membro ativo de minha comunidade.
Espero, então, alcançar de Deus a graça que imploro
confiando na vossa poderosa intercessão.
(Faça o pedido da graça a ser alcançada…)
São Judas Tadeu, rogai por nós!
Amém!
terça-feira, 18 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Café Tortoni - Buenos Aires
Abaixo, transcrevo e-mail que recebi do Plínio do Dr. Mário, passeando com a Família na Argentina.
Oi Dé,
Somente havia tomado conhecimento da poetisa Alfonsina Storni depois da apresentação do Alex da canção "Alfonsina Y El Mar". Em seguida você colocou no blog a sua foto com a Lourdes no Café Tortoni. Tinha visitado Buenos Aires há três anos e não tive conhecimento desse café. Agora, estou em Buenos Aires desde o dia 05 deste mês e fui visitar o Café Tortoni juntamente com minha esposa Leise, meu filho Plinio Jr. e a Maria do Carmo Marotta com sua filha Maria Caroline. Estarei aqui até o próximo dia 26. Em anexo as fotos da nossa passagem por lá.
Um grande abraço,
Plinio


Em 29/05/2011 postei uma informação sobre a “Orquestra Senhoritas e Alex Meireles” interpretando a canção música “Alfonsina y el mar”.
No “post” faço referência ao Café Tortoni, fundado em 1858.
# # # # #
Oi Dé,
Somente havia tomado conhecimento da poetisa Alfonsina Storni depois da apresentação do Alex da canção "Alfonsina Y El Mar". Em seguida você colocou no blog a sua foto com a Lourdes no Café Tortoni. Tinha visitado Buenos Aires há três anos e não tive conhecimento desse café. Agora, estou em Buenos Aires desde o dia 05 deste mês e fui visitar o Café Tortoni juntamente com minha esposa Leise, meu filho Plinio Jr. e a Maria do Carmo Marotta com sua filha Maria Caroline. Estarei aqui até o próximo dia 26. Em anexo as fotos da nossa passagem por lá.
Um grande abraço,
Plinio
Em 29/05/2011 postei uma informação sobre a “Orquestra Senhoritas e Alex Meireles” interpretando a canção música “Alfonsina y el mar”.
No “post” faço referência ao Café Tortoni, fundado em 1858.
Professsor Jordenes
Para Ministro da Educação: Professor Jordenes.
O Fantástico foi até a escola pública com as melhores notas do Distrito Federal. “A nossa escola alcançou já em 2010 o que o MEC estipulou para que alcançássemos em 2014”, revela o professor Jordenes da Silva.
Quem vê o povo reunido na maior tranquilidade não imagina o terror de dez anos atrás. “As pessoas tinham medo de botar os filhos na escola. Ela vivia, essencialmente, a condição de insegurança do bairro”, lembra o professor.
A escola fica em Arapoanga, um dos bairros mais violentos de Planaltina, a 40 quilômetros de Brasília. Quando assumiu a direção, o professor Jordenes encontrou o caos.
“Era desrespeito com os professores e servidores, e destruição do patrimônio da escola”, conta.
A primeira providência do novo diretor foi chamar a polícia. Em um só dia, 75 prisões; 25 camburões da PM saíram lotados da escola.
“Foragidos da Justiça, pessoas com mandado de prisão e que usavam a escola para ter acesso aos adolescentes e alunos”, diz.
É claro que depois vieram as ameaças de morte, mas o professor Jordenes estava determinado a fazer a escola funcionar. Uma ideia fixa que talvez tenha começado muitos anos antes de tanto ouvir o pai repetir o velho ditado: “Feliz do homem que é escravo de uma grande ideia”.
“Eu resolvi me tornar escravo de uma grande ideia: formar meus filhos”, diz Juverci da Silva, pai de Jordenes.
Quando juntou a tralha da família e deixou o interior de Minas em direção a Planaltina, Juverci já sabia o que fazer. “Procurei uma escola, matriculei os filhos, comprei uma carroça, um cavalo e fui para a rua”.
Um carroceiro e uma empregada doméstica semianalfabetos tomavam as lições dos filhos com obstinação.
“Vocês aprendem a tabuada, porque, se souberem de cor, vocês vão conseguir a matemática de vocês”, ensina a mãe Jurandy da Silva.
O filho mais velho virou doutor com três diplomas: biologia, administração e direito. Por isso, ele acredita na força da educação. E mesmo no bairro cinzento e pobre, quer seus alunos estudando na sombra de um jardim florido.
“Esse impacto traz ao aluno a certeza de que chegou a um lugar especial”, acredita Jordenes.
Tão especial que tem musica clássica em vez de sirene. “O ambiente é calmo e tranquilo, mas é vivo, porque a música também traz essa vivacidade. A sirene, não”, acrescenta.
Há espelhos por todos os lados. “A imagem te dá o referencial de como você se contextualiza, o que você faz aqui na escola. Quando colocamos as barras de espelho, os alunos começaram a olhar primeiro para si. Isso deu um choque de autoestima”, explica o professor.
Ele não tem vergonha de pedir. Com a embaixada do Japão, conseguiu uma tela interativa. Foi a primeira escola do Brasil a ter essa ferramenta.
“Só o Fantástico, da Rede Globo, e nós tínhamos esse quadro quando ele chegou nessa escola. Só que de lá para cá a nossa evasão escolar caiu 35%.”
É fácil entende o porquê. “É muito melhor, porque a gente tira parte do conteúdo maçante que a gente só aprende no quadro branco”, opina Gualter Sobrinho, de 13 anos.
O fascínio dos alunos com a tecnologia é canalizado para as microaulas no blog da escola, que já tem 60 mil acessos.
“Tendo uma dúvida, ele passa um e-mail, que é entregue para o professor da matéria, que sana a dúvida”, aponta Jordenes.
Em uma comunidade tão pobre, por que não empregar gente da região? “Começamos a trazer para trabalhar na limpeza da escola moradores do bairro. Nesse momento em que estamos conversando, o responsável pela segurança da escola é pai de uma aluna da oitava série”.
Em dez anos, muita gente já mudou de vida. O professor Uarlen Dias foi aluno de Jordenes. Está de volta como professor para ensinar em outro contexto.
“Do lado de cá era a quarta série e do outro lado a quinta. O que dividia era uma madeira no meio. Eu vi isso mudando”, diz Uarlen.
Ex-alunos dificilmente perdem o vínculo com a escola. “Esse telhado é um presente de Sandro, da seleção brasileira. Nosso ex-aluno”, mostra Jordenes.
Da Inglaterra, onde mora, o volante Sandro, do Tottenham e da seleção brasileira, diz que o bairro de Arapoanga mudou por causa da escola.
“É um bairro hoje está muito melhor, conseguindo tirar mais a criminalidade e drogas das ruas. Hoje em dia está uma maravilha”, elogia Sandro.
Receitar educação contra a violência é um remédio de eficiência comprovada até pelo juiz de Planaltina, Ademar Vasconcelos.
“Tínhamos, no final dos anos 1990, uma média de quase um homicídio por dia. Isso diminuiu, assim como o tráfico de drogas”, garante o juiz.
Para Jordenes, o que existe no local é uma competição que ele está determinado a vencer.
“O traficante oferece a moto, o dinheiro, o tênis, o celular. Eu não posso oferecer isso. O que eu ofereço é uma possibilidade. Só que eu ganho essa luta. Eu ofereço ao aluno a possibilidade de sonhar. Eu tenho 1.243 alunos. A minha história prova para cada um deles que a educação dá certo, porque ela transformou a minha vida, e pode transformar a deles também”, conclui.
Quem vê o povo reunido na maior tranquilidade não imagina o terror de dez anos atrás. “As pessoas tinham medo de botar os filhos na escola. Ela vivia, essencialmente, a condição de insegurança do bairro”, lembra o professor.
A escola fica em Arapoanga, um dos bairros mais violentos de Planaltina, a 40 quilômetros de Brasília. Quando assumiu a direção, o professor Jordenes encontrou o caos.
“Era desrespeito com os professores e servidores, e destruição do patrimônio da escola”, conta.
A primeira providência do novo diretor foi chamar a polícia. Em um só dia, 75 prisões; 25 camburões da PM saíram lotados da escola.
“Foragidos da Justiça, pessoas com mandado de prisão e que usavam a escola para ter acesso aos adolescentes e alunos”, diz.
É claro que depois vieram as ameaças de morte, mas o professor Jordenes estava determinado a fazer a escola funcionar. Uma ideia fixa que talvez tenha começado muitos anos antes de tanto ouvir o pai repetir o velho ditado: “Feliz do homem que é escravo de uma grande ideia”.
“Eu resolvi me tornar escravo de uma grande ideia: formar meus filhos”, diz Juverci da Silva, pai de Jordenes.
Quando juntou a tralha da família e deixou o interior de Minas em direção a Planaltina, Juverci já sabia o que fazer. “Procurei uma escola, matriculei os filhos, comprei uma carroça, um cavalo e fui para a rua”.
Um carroceiro e uma empregada doméstica semianalfabetos tomavam as lições dos filhos com obstinação.
“Vocês aprendem a tabuada, porque, se souberem de cor, vocês vão conseguir a matemática de vocês”, ensina a mãe Jurandy da Silva.
O filho mais velho virou doutor com três diplomas: biologia, administração e direito. Por isso, ele acredita na força da educação. E mesmo no bairro cinzento e pobre, quer seus alunos estudando na sombra de um jardim florido.
“Esse impacto traz ao aluno a certeza de que chegou a um lugar especial”, acredita Jordenes.
Tão especial que tem musica clássica em vez de sirene. “O ambiente é calmo e tranquilo, mas é vivo, porque a música também traz essa vivacidade. A sirene, não”, acrescenta.
Há espelhos por todos os lados. “A imagem te dá o referencial de como você se contextualiza, o que você faz aqui na escola. Quando colocamos as barras de espelho, os alunos começaram a olhar primeiro para si. Isso deu um choque de autoestima”, explica o professor.
Ele não tem vergonha de pedir. Com a embaixada do Japão, conseguiu uma tela interativa. Foi a primeira escola do Brasil a ter essa ferramenta.
“Só o Fantástico, da Rede Globo, e nós tínhamos esse quadro quando ele chegou nessa escola. Só que de lá para cá a nossa evasão escolar caiu 35%.”
É fácil entende o porquê. “É muito melhor, porque a gente tira parte do conteúdo maçante que a gente só aprende no quadro branco”, opina Gualter Sobrinho, de 13 anos.
O fascínio dos alunos com a tecnologia é canalizado para as microaulas no blog da escola, que já tem 60 mil acessos.
“Tendo uma dúvida, ele passa um e-mail, que é entregue para o professor da matéria, que sana a dúvida”, aponta Jordenes.
Em uma comunidade tão pobre, por que não empregar gente da região? “Começamos a trazer para trabalhar na limpeza da escola moradores do bairro. Nesse momento em que estamos conversando, o responsável pela segurança da escola é pai de uma aluna da oitava série”.
Em dez anos, muita gente já mudou de vida. O professor Uarlen Dias foi aluno de Jordenes. Está de volta como professor para ensinar em outro contexto.
“Do lado de cá era a quarta série e do outro lado a quinta. O que dividia era uma madeira no meio. Eu vi isso mudando”, diz Uarlen.
Ex-alunos dificilmente perdem o vínculo com a escola. “Esse telhado é um presente de Sandro, da seleção brasileira. Nosso ex-aluno”, mostra Jordenes.
Da Inglaterra, onde mora, o volante Sandro, do Tottenham e da seleção brasileira, diz que o bairro de Arapoanga mudou por causa da escola.
“É um bairro hoje está muito melhor, conseguindo tirar mais a criminalidade e drogas das ruas. Hoje em dia está uma maravilha”, elogia Sandro.
Receitar educação contra a violência é um remédio de eficiência comprovada até pelo juiz de Planaltina, Ademar Vasconcelos.
“Tínhamos, no final dos anos 1990, uma média de quase um homicídio por dia. Isso diminuiu, assim como o tráfico de drogas”, garante o juiz.
Para Jordenes, o que existe no local é uma competição que ele está determinado a vencer.
“O traficante oferece a moto, o dinheiro, o tênis, o celular. Eu não posso oferecer isso. O que eu ofereço é uma possibilidade. Só que eu ganho essa luta. Eu ofereço ao aluno a possibilidade de sonhar. Eu tenho 1.243 alunos. A minha história prova para cada um deles que a educação dá certo, porque ela transformou a minha vida, e pode transformar a deles também”, conclui.
Tirado do Site do Fantástico:
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1676082-15605,00-PROFESSOR+REVITALIZA+ESCOLA+E+FAZ+VIOLENCIA+DE+BAIRRO+DO+INTERIOR+DIMINUIR.html
domingo, 16 de outubro de 2011
Ângela Vieira – 2ª edição do Circuito da Longevidade
Nesta manhã de domingo (16/10/2011), na Lagoa da Pampulha (BH), aconteceu mais uma etapa do “Circuito de Corrida e Caminhada da Longevidade Bradesco Seguros”.
O evento contou com duas modalidades atendendo aos atletas e também aos que não tem o hábito de praticar exercícios físicos.
O circuito teve duas formas de participação.
Uma caminhada de três quilômetros com início às 9 hs e 15 min e uma corrida para um percurso de seis quilômetros, iniciada às 8 hs e 15 min.
A Ângela optou pela corrida.
Dizem os médicos, que o exercício faz liberar serotonina no cérebro, uma enzima que trás a sensação de bem-estar.
Com o número 1517 colado à camiseta, Ângela, correu na orla da Pampulha, queimou calorias, se divertiu e liberou serotonina.
Aliás, a Ângela, minha irmã, tem por hobby caminhar e correr.
Quando não está a caminhar, praticando o seu hobby, com certeza está correndo para ajudar os amigos, à família, o próximo.
O evento contou com duas modalidades atendendo aos atletas e também aos que não tem o hábito de praticar exercícios físicos.
O circuito teve duas formas de participação.
Uma caminhada de três quilômetros com início às 9 hs e 15 min e uma corrida para um percurso de seis quilômetros, iniciada às 8 hs e 15 min.
A Ângela optou pela corrida.
Dizem os médicos, que o exercício faz liberar serotonina no cérebro, uma enzima que trás a sensação de bem-estar.
Com o número 1517 colado à camiseta, Ângela, correu na orla da Pampulha, queimou calorias, se divertiu e liberou serotonina.
Aliás, a Ângela, minha irmã, tem por hobby caminhar e correr.
Quando não está a caminhar, praticando o seu hobby, com certeza está correndo para ajudar os amigos, à família, o próximo.
Abaixo, algumas fotos do evento:







Mais informações em:
http://corridadalongevidade.com.br/Belo_Horizonte
Assinar:
Postagens (Atom)
